Imagem é a forma como somos percebidos e autoimagem é a maneira pela qual nos percebemos.
Está ai uma coisa que não podemos controlar, a forma como as pessoas nos percebem, mas podemos controlar a forma que nos apresentamos para o mundo.
Tudo o que somos, fazemos, dizemos e vi¬vemos, comunica e constrói impressões ao nos¬so redor. Nós, em sua maioria, estamos preocupados com o que pensam ao nosso respei¬to, com a crítica alheia, etc… Mas como não temos controle sobre a percepção do outro, preocupar-se com isso é perda de tempo e energia, não acham? Mas não é fácil não se importar, por mais que você diga o contrário.
Por isso eu penso, será que nos comportamos de acor¬do com os objetivos, princípios e propósitos que temos?
Por exemplo, alguém que se diz muito preocu¬pado com o meio ambiente não pode se permitir à incoerência de produzir lixo excessivo ou consumir produtos danosos para a natureza.
Claro que isso não significa que tenhamos de ser modelos perfeitos, e nem somos perfeitos, mas precisamos ser modelos de nossas próprias escolhas, escolhendo nossas atitudes e valores que pregamos.
Até podemos errar por métodos, mas não por in¬coerências. Não é o erro que é um problema, mas a incongruência, o desajuste entre palavra e ação ou, pior ainda, a hipocrisia. O mundo está cheio de gente falsa, que fala uma coisa e faz outra.
Errar faz parte do processo do viver, porque sempre que tentamos queremos acertar, mas a realidade é que algumas falharão, pois é isto que nos permite desenvolver saídas mais adequadas para alcançar os objetivos.
Mahatma Gandhi disse: “Seja a mudança que quer ver no mundo”. Simples, mas nada fácil, pois é preciso uma transformação de dentro para fora. E é ai onde está à essência humana e o auto conhecimento. Tarefa essa que vamos levar até morrer…
Certamente que quando conseguimos alinhar a nos¬sa autoimagem à imagem que as pessoas tem de nós. Tudo seria mais fácil, mas oh.. tarefa difícil, porque a todo o tempo somos julgados e julgamos dentro de uma concepção íntima e baseando-se em fatores externos.
Isso não significa que devemos ficar reféns da avaliação alheia. Mas basear nossas atitudes e ações, dentro de uma concepção que acreditamos de verdade.
Tags: Image Autoimagem Construção Visão autoconhecimento Julgadores
27/06/2009 às 1:45
Linda reflexão…
Beijos, minha amiga!
Di.
28/06/2009 às 13:27
Nem pensar! Sem refém da opinião alheia…
Adoro seus textos! Adoro vc!
Bj grande
29/06/2009 às 18:47
É verdade. Eu tbm sou da opinião que só os outros sabem – realmente – como somos. Não adianta querer se policiar intimamente que aquela que é você, de verdade, vai vazar.
O importante é só ser. Ponto.
Beijão.